março 21, 2015

Rótulo de alimentos deve ter alerta para alérgicos, determina Justiça

Rótulo de alimentos deve ter alerta para alérgicos, determina Justiça

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Fernanda Couto, 36, levou meses para descobrir que a explicação para as dores que filho começou a sentir com 15 dias de vida estava no rótulo dos alimentos. Às vezes, fora dele.
"Nossa vida é ligar para o SAC. Já que a rotulagem não é correta, temos que perguntar se cada produto tem traços de leite ou não. É uma insegurança constante", conta ela, cujo filho Miguel, 2, é alérgico a leite e oleaginosos.
Uma rotina que pode mudar em breve. O debate sobre as informações mais claras nos rótulos dos alimentos, que se arrasta há quase dez anos, acaba de ganhar apoio dos tribunais.
Uma decisão da Justiça Federal de Sergipe determina que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) adote medidas para que alimentos informem no rótulo todos os componentes que podem causar alergias.
Assim, deve ser identificada nos alimentos a presença de "alérgenos" como crustáceos, ovos, peixe, amendoim, soja, leite, castanhas, mostarda, gergelim (sementes) e cereais que contém glúten.
Hoje, a Anvisa já obriga as empresas a informarem os ingredientes, mas não há uma norma que determine que isso ocorra de forma clara, e várias substâncias são colocadas no rótulo com letras miúdas e nomes técnicos.
"Não adianta colocarem 'Esse produto tem caseína', quando só uma parte da população vai saber que este é um derivado do leite", defende José Carlos Perini, presidente da Asbai (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia).
Agora, a ideia é que haja um texto padrão nas embalagens, com nome e quantidade dos alérgenos.
A medida também prevê que seja informada a presença de traços destes componentes –casos em que alimentos diferentes são processados em uma mesma máquina nas indústrias, por exemplo.
Produtos que não se adequarem às mudanças devem ter sua comercialização proibida.
PÕE NO RÓTULO
A mudança é uma das reivindicações de movimentos que têm ganhado força no país, como o "Põe no rótulo", que já reúne cerca de 900 mães de crianças alérgicas.
Pressionada pelo grupo, a Anvisa iniciou uma consulta pública em 2014 para propor mudanças no rótulo dos alimentos. Mas o processo não avançou desde então.
Uma das justificativas é que o tema precisa ser discutido no âmbito do Mercosul. "Não podemos ficar a mercê esperando um consenso entre vários países", diz Cecília Cury, uma das coordenadoras do "Põe no Rótulo".
Além dos alimentos, a Justiça também determinou que a Anvisa revise as regras para que as indústrias informem a presença de componentes alérgenos em medicamentos e produtos de uso pessoal.
Em nota, a Anvisa informa que foi intimida da decisão na quinta-feira (19) e "está analisando a possibilidade de recorrer da sentença".
A agência diz que avalia as 3.500 contribuições recebidas na consulta pública sobre a informação no rótulo dos alimentos e pretende elaborar uma resolução, que será levada para análise da diretoria colegiada do órgão. Se aprovada, passará a ter valor legal, diz. 

novembro 22, 2014

Troca de experiências na cadeia do caju

sábado, 22 de novembro de 2014

Beberibe: Troca de experiências na cadeia do caju


Beberibe. Termina hoje a 11ª edição do Caju Nordeste, evento que vem sendo realizado desde o último dia 19, na cidade de Beberibe, localizada na região de Cascavel, distante a 78 Km de Fortaleza.

O encontro é regional e objetiva beneficiar produtores de caju nos polos produtores da Região Nordeste, especialmente dos Estados do Ceará, Bahia, Piauí e Rio Grande do Norte, tendo como foco o polo cajucultor de Beberibe e de municípios circunvizinhos. A novidade trazida na edição deste ano foi a máquina de corte automático da castanha de caju.

A cortadeira representa uma inovação para a cadeia produtiva do caju na região. Ela realiza o corte semiautomático da castanha e permite o aumento na produtividade, redução dos custos do beneficiamento das castanhas e melhorias nas condições de trabalho, evitando o esforço repetitivo dos trabalhadores e o contato direto das mãos destes com o líquido da castanha de caju, que é corrosivo.

A máquina é de produção brasileira e foi desenhada pela Central de Cooperativas de Cajucultures do Piauí (Cocajupi), juntamente com a Usinagem Santo Antônio, empresa sediada na cidade piauiense de Picos. A cortadeira tem capacidade de produção de até uma tonelada de castanha e é indicada para o cajueiro de espécie anão precoce. O equipamento foi adquirido com investimento social de R$ 44,5 mil da Fundação Banco do Brasil.

A máquina ficou exposta na Feira do Caju, um pavilhão com 60 estandes, em que foram expostos, demonstrados e comercializados produtos, serviços, máquinas e equipamentos relacionados com a cultura do caju. Também houve mesas redondas, mini-cursos, palestras e uma reunião da Câmara Setorial da Cajucultura.

Outro momento grande do evento foi a entrega do troféu Caju de Ouro, destinado a agricultores, empreendedores agroindustriais, técnicos, pesquisadores e políticos e às empresas e instituições públicas e privadas que se destacaram na realização de ações em prol do desenvolvimento da cajucultura.

Entre os homenageados esteve o Instituto Centec, em reconhecimento apoio prestado por meio dos professores e alunos das Faculdades de Tecnologia Centec (Fatec) Cariri, de Juazeiro do Norte; e Sertão Central, de Quixeramobim. A homenagem foi entregue ao presidente da Instituição, Francisco Ferrer.

Para o presidente da Câmara Setorial da Cajucultura, Alderito Oliveira, a cadeira produtiva do caju no Nordeste tem enfrentado grandes dificuldades e isso foi um dos temas debatidos durante o evento.

Entre os problemas apontados pelo presidente estão a baixa produtividade em decorrência da antiguidade de algumas árvores, o que consequentemente tem sua produção diminuída gerando desestímulo dos produtores; a seca, que tem acentuado um problema na produção e a falta de governança, no que tange à organização dos produtores, tendo apenas o Ceará e o Piauí algum incentivo por parte dos governos Estaduais.

"É isso que estamos buscando, uniformizar as políticas de apoio à cadeia produtiva da cajucultura no Nordeste", ressaltou.

Ellen Freitas
Colaboradora

outubro 07, 2014

Ceará ocupa posição de destaque na exportação de castanha de caju

Ceará ocupa posição de destaque na exportação de castanha de caju

Redação Web - TV Diário
 
 
O Ceará ocupa posição de destaque na exportação decastanhas na região Nordeste. Segundo o último dado doInstituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Estado, o Ceará realizou 80% das vendas do produto para o exterior em 2012.
 
Muito desse sucesso se deve às grandes fábricas de beneficiamento e transformação da castanha, mas, em Barreira, o comércio do produto é impulsionado por pequenos produtores e dezenas de minifábricas
 
Tecnicamente o fruto do cajueiro é a castanha, que contém a semente para germinar a planta. A parte macia com que se faz o suco e comestível na forma natural é o que os biólogos chamam de pseudo-fruto ou fruto falso. 
 
Na cadeia produtiva do caju, é a castanha que rende a maior parte dos lucros, por ter mais durabilidade e ter mais aproveitamento, além de ser um produto genuinamente brasileiro bastante apreciado no exterior. 
 
As catanhas representam mais de 10% da pauta anual de exportações do Ceará. Mas nem só de grandes fábricas e capital externo vivem as produções. 
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junho 30, 2014

AMÊNDOAS DE CASTANHA DE CAJU - Marca Fruticaju

VENDA DE AMÊNDOAS DE CASTANHA DE CAJU. 




Amêndoas de Castanha de Caju, Tipo: W1 Mista (LW1, W240, W320), Torrada sem Sal e Gordura Vegetal de Primeira Qualidade, 
Caixa de Papelão e Saco Aluminizado com 22,68 quilos ou 50 libra/peso
Amêndoas de Castanha de Caju, Tipo: W1 Mista (LW1, W240, W320), Branca de Primeira Qualidade, 
Caixa de Papelão e Saco Aluminizado com 22,68 quilos ou 50 libra/peso


PROCESSO DE SELEÇÃO E EMBALAGEM DE
AMÊNDOAS DE CASTANHA DE CAJU
 SERRA DO MEL - RN - BRASIL